Nota do Editor
Em 05/11/2026 a Nintendo lançará o remake de The Legend Of Zelda: Ocarina of Time para o console Nintendo Switch 2. Como novidades, o jogo traz gráficos modernizados, câmera livre, botão de pulo, dublagem em português do Brasil (inédita na franquia Zelda) e suporte ao microfone do console para tocar a ocarina.
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The Legend of Zelda
Fala, amiguinhos! Este texto foi publicado originalmente em 8 de janeiro de 2019, quando abri o ano no blog com uma das franquias de que mais gosto. Agora, com a chegada do remake ao Nintendo Switch 2, vale revisitar o clássico.
Hoje trago um dos melhores jogos da série. Além disso, foi o primeiro Zelda em que salvei Hyrule, eu confesso. O game se transformou no principal ponto da história do reino. Nele, Link assume a figura do herói do tempo.

Como assim, herói do tempo?”
Você começa o jogo como um menino maroto que vive na floresta Kokiri. Porém, ele é o único sem uma fadinha flutuando ao redor da cabeça. Por isso, é zoado pelos outros e vive querendo uma companheira. Também deseja descobrir sua origem, pois já percebeu que é diferente dos demais.
Mal sabe ele a felicidade que é não ter uma fada aporrinhando o tempo todo. Eis um clássico caso de “cuidado com o que você deseja”.
Um belo dia, Link acorda com a fada Navi chamando-o para falar com a grande árvore Deku. Antes disso, ele teve um pesadelo em que um homem perseguia uma garota (Ganondorf e Zelda, respectivamente).

Ao chegar à árvore Deku, Link descobre que um grande mal se aproxima. Além disso, a árvore foi atacada e precisa de ajuda. Ao concluir a missão, o piá ganha uma das três joias sagradas. Mais tarde, elas abrirão a porta do Templo do Tempo, onde repousa a Master Sword, e levarão ao Reino Sagrado, lar da Triforce.

Em resumo, o jogo é fantastico!
A jogabilidade
Ora você joga com o Link criança, ora com o Link adulto. A diferença entre as duas fases é de sete anos dentro da história. Assim, existem missões exclusivas para cada versão. Ainda assim, você tem liberdade para alternar entre as eras quando quiser, em um mundo que permite explorar de forma livre, leve e solta.
Você pode entrar em templos para cumprir missões, pescar e cavalgar com a Epona (cavalo, não pônei). Também dá para disputar uma corrida para ganhar uma máscara e fazer a caça às Skulltulas. Há ainda minigames, como o de adivinhar o baú (com a Lente da Verdade, só soltei aqui), o tiro ao jarro e o tiro à rupee. Enfim, são muitas atividades para se divertir.
No fim, o mote principal segue o de sempre. Link é o herói. Zelda é a princesa em perigo, mas consegue dar seus pulos. Já Ganondorf é o mal encarnado, que quer o poder da Triforce para dominar tudo.
Vale a pena?
Rapaziada, vale muito a pena jogar. O game saiu para o Nintendo 64 e depois ganhou um remake para o 3DS. Eu tenho essa versão, mas zerei a original do 64 na casa do meu primo, anos atrás. Portanto, não há desculpa para ficar de fora. Este é um dos jogos obrigatórios da série, pois é onde a história faz a curva.

Curiosidades
Curiosamente, após alguns anos de lançamentos, a Nintendo divulgou uma linha do tempo oficial de Zelda. Nela, Ocarina of Time é exatamente o ponto em que a linha se divide. A ramificação depende do desfecho: Link pode ser vencido por Ganondorf, que toma o poder, ou vencer o vilão e restaurar tudo. Achei uma figurinha que mostra bem onde cada jogo se encaixa.

Outra curiosidade é o mangá de Ocarina of Time, dividido em duas partes, uma com Link criança e outra com ele adulto. Há também uma versão completa, que conta toda a história do game.
Existe ainda um espantalho que permite criar sua própria canção. Ao longo do jogo, você aprende várias músicas com a ocarina, todas com alguma utilidade. A do espantalho serve apenas para você compor a sua, que será reconhecida como a “Scarecrow Song”.

Aliás, a serventia real aparece quando a Navi rodeia uma área e fica verde. Ao tocar a música, um espantalho surge e você usa o hookshot nele para acessar o local.
Como já comentei, a versão para 3DS é bem legal: o mesmo jogo, só que mais bonitinho.
Ficha técnica
- Título: The Legend of Zelda: Ocarina of Time
- Série: The Legend of Zelda
- Desenvolvedora: Nintendo EAD (original de 1998)
- Publicadora: Nintendo
- Plataformas: Nintendo 64 (1998), Nintendo 3DS (2011, versão 3D) e Nintendo Switch 2 (remake, 5/11/2026)
- Gênero: Ação e aventura
Gostou? Fique então com o trailer do remake para Switch 2: