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Rússia 2018 – Resenha da Rodada – 22/06/2018

Hoje foi dia de Brasil em campo. Mas não se engane com o placar… Venceu? Sim… venceu. Mas, mereceu esta vitória? Bom, aí já é outra história… A rodada de hoje aparentemente confirmou o favoritismo previsto dos times… O Brasil venceu a Costa Rica, a Nigéria bateu a estreante Islândia e em um jogo sem favoritos, Suíça venceu a Sérvia. Mas será que esta é a leitura correta do dia? Definitivamente não…

A começar pelo jogo do Brasil. Um time que jogou a maior parte do tempo acuado, sem criar jogadas de ataque, que preferiu manter o controle da bola no meio tempo e gastar o tempo para num eventual ataque definir a vitória por um placar mínimo. Ainda acho o Tite um ótimo treinador. Mas sua postura na seleção me preocupa. Ele blindou seus comandados de forma que eles não sejam expostos às críticas e cobranças. Mas insiste em manter nomes que desagregam no seu elenco.

Neymar mais um vez foi moleque. Com 26 anos, ele está no auge da carreira. Deveria ser dotado de alguma temperança. Mas não… insiste que o time jogue em função dele. Força lances faltosos, ofende na mesma medida que é ofendido… e quer se mostrar uma vítima de tudo e todos.

Caçado em campo, Neymar chega a valorizar por demais a marcação dos adversários
Caçado em campo, Neymar chega a valorizar por demais a marcação dos adversários

Ele sofreu várias faltas… é natural isso. Pelé apanhou muito mais do que ele (e era muito melhor que ele também). Bons jogadores sofrerão sempre com a intensa marcação. É muito leviano da parte deste moleque achar que o outro time dará todos os espaços para que ele possa brilhar. E por tanto forçar situações, simular faltas e reclamar, foi brindado com dois presentes… o primeiro foi um cartão amarelo por reclamação. O segundo foi pior… ele sofreu um pênalti legítimo, mas fez tanta cena, que o juiz acabou por não acreditar no lance. Resultado… o pênalti (legítimo) não foi marcado. Mas quis o destino que o Brasil fizesse dois gols nos acréscimos. E um deles do Neymar. Com isso, todo o jogo ruim dele ficou esquecido na fraca memória do torcedor.

E por fim, o senhor Galvão Bueno… desejo sinceramente que esta seja sua última copa do mundo. Não entende nada de futebol e faz um desserviço ao tentar polemizar o uso do VAR. O VAR foi uma grande aquisição para o futebol. Ele deveria se concentrar em narrar o jogo e não  em torcer. Ou melhor… pode até torcer, mas que o faça com alguma parcimônia.

Outro jogo onde o placar não refletiu a realidade foi o jogo da Islândia. A Nigéria marcou dois belos gols com Musa, isso é verdade. Mas foi a Islândia que buscou a iniciativa. E ainda perdeu um pênalti. E por fim, talvez o jogo mais “normal” tenha sido mesmo Suíça contra Sérvia. Os dois times se equivaleram boa parte do jogo, mas o domínio Suíço na parte final do segundo tempo assegurou a primeira vitória de virada desta copa…

A introdução de hoje, ficou grande, mas foi necessária… vamos aos jogos então.

Brasil jogando como sempre… tendo sorte como nunca

O Brasil veio de um magro empate com a Suíça por 1-1. Não atuou bem e – convenhamos – não mostrou um futebol convincente que me fizesse concluir que poderia ter vencido a Suíça. Teria sido um golpe de sorte. Aliás, em meu texto anterior, eu frisei justamente este ponto: Tite teria problemas com o elenco por conta da oscilação de boas e más atuações. Caso clássico desta história: Paulinho. Ainda não encontrou um bom futebol nesta copa.

E também temos o problema deste moleque (e aqui eu vou usar a expressão moleque no sentido pejorativo mesmo) chamado Neymar. Um dos jogadores mais bem pagos da atualidade, jogando em um time de primeiríssimo nível, com um bom futebol… Sim… ele é bom jogador. Só não é craque… mas com todos os requisitos para se tornar um (quem sabe um dia, né?)… Enfim… quando precisa trazer a responsabilidade para si… vira moleque… vira um gibi…

Em meu texto anterior, eu pontuei:

“Outra coisa que incomoda é esta dependência exagerada pelo Neymar. Ele pode ser um jogador que decide? Claro… mas o problema é que jogadores como ele sempre serão intensamente marcados. E aí fica a prova de que ele não é o grande craque que pintam. Quando marcado, ele some do jogo… não cria… não se reinventa. Apela até mesmo para o cai-cai, típico dele quando era jogador do Santos.”

Um Blog Qualquer – Rússia 2018 – Resenha da Rodada – 17/06/2018

E foi exatamente o que ele fez… muito marcado, não brilhou, reclamou, fez-se de vítima, reclamou, foi muito mais marcado, levou bronca do juiz, jogou menos ainda, reclamou mais ainda, levou bronca do Tite, reclamou mais um pouco, levou cartão por reclamação, simulou faltas, e aí sofreu pênalti.

É… sofreu pênalti claro. Mas ele já tinha simulado tanto, reclamado tanto, agido tanto como moleque, que mesmo com o VAR mostrando a infração, o juiz só conseguiu observar na jogada o gestual exagerado do jogador reclamando mais uma vez da falta. Resultado… o juiz considerou novamente uma simulação. E Neymar deveria ter levado cartão por isso.

Deixando o Neymar um pouco de lado e falando do Brasil, temos a entrada de Fágner na lateral no lugar de Danilo que se machucou. Casemiro entrou em jogo pendurado com um cartão.

Do lado da Costa Rica, considerando o favoritismo teórico do Brasil e a derrota para a Sérvia na estreia, é óbvio que eles primeiro se preocupariam com sua defesa. Não perder a partida seria fundamental para que a equipe continuasse sonhando na copa. Assim, com uma linha de 5 jogadores na defesa, Oscar Ramirez tratou de montar um time bem defensivo, sacando Calvo (que já tinha um cartão amarelo) da equipe, colocando Oviedo em seu lugar.

O Brasil jogou de azul… e eu gosto mais deste uniforme… mas a cor do uniforme é o que menos importa. agora…

O jogo começou e aos 3’, após um erro de Bryan Ruiz,Philippe Coutinho tomou a bola e chuta acima da meta de Navas. Com duas linhas defensivas e apostando em contra-ataques, cabe ao Brasil buscar a iniciativa do jogo. Mas é a Costa Rica que primeiro leva perigo aos 13’ no cruzamento de Gamboa para dentro da área. Borges chuta e a bola passa à direita do gol de Alisson.

O jogo é truncado e o espaço é bem fechado. A Costa Rica marca bem e não deixa o Brasil completar suas jogadas. Neymar – para variar – está bem marcado. E com isso não consegue criar nada. Aos 26’ o Brasil consegue fazer um bom ataque. A zaga tenta mais uma vez cortar a jogada, mas Marcelo pega a sobra na entrada da área e chuta rasteiro. A bola chega até Gabriel Jesus que arremata para o gol. Mas estava em posição de impedimento.

O Brasil ainda levou algum risco aos 29’ com chute cruzado de Marcelo que saiu pela linha de fundo. O Brasil tem a posse de bola, mas não consegue chegar ao gol costarriquenho. Neste ponto, Costa Rica não busca o ataque. Apenas se fecha. Mas marca bem e o Brasil não leva perigo. E foi aos 40’ que o Brasil conseguiu chutar uma bola de fato ao gol… Marcelo recebeu bola na intermediária, sobe pelo lado esquerdo do seu campo e chuta para a defesa de Navas. Com 1 minuto de acréscimo, o juiz encerra o primeiro tempo. Tudo igual no placar sem gols.

O Brasil retornou ao segundo tempo com uma substituição: Douglas Costa entrou para o lugar de Willian, que esteve bem apagado no jogo inteiro. A Costa Rica manteve o mesmo time do primeiro tempo. A conversa de vestiário deve ter funcionado, porque o Brasil jogou bem nos primeiros cinco minutos e levou risco real à Costa Rica. Logo aos 47’, Philippe Coutinho pega o rebote de Navas e cruza para Neymar que não domina a bola e deixa passar. Estava um pouco adiantado, mas se bem posicionado, seria gol na certa.

No minuto seguinte, nova chance para o Brasil, com Gabriel Jesus que recebe cruzamento e cabeceia firme na trave. A bola sobra para Paulinho que finta o adversário e rola para Philippe Coutinho que vinha livre por trás e chuta rasteiro, mas a zaga desvia a bola.

O momento é bom e o Brasil sobe de produção. Parecia que sairia um gol. Mas o técnico da Costa Rica de forma inteligente esfria o jogo com uma substituição no momento certo. Aos 56’ Paulinho recebe livre pela direita, avança e faz cruzamento na área. Neymar chuta a gol e Navas faz grande defesa espalmando a bola para fora.

Aos 58’ foi a vez de Neymar roubar a bola na saída de Costa Rica, avançar para o meio e chutar colocado na entrada da área. A bola sai rente à trave esquerda de Navas. O Brasil realmente melhorou no segundo tempo e eu admito que se um gol saísse naquele momento, meu discurso aqui até poderia ser um pouco diferente.

Aos 63’ Neymar recebe uma bola de Casemiro, ajeita a bola e chuta para gol. Navas faz mais uma boa defesa. No minuto seguinte, uma rara oportunidade para Costa Rica, que faz passe para Oviedo avançar. Alisson sai do gol e alivia o perigo. O Brasil troca Paulinho por Firmino aos 67’. Uma decisão correta… colocar mais um jogador no ataque mostrava que Tite tinha a intenção de vencer.

Mas o mundo está cheio de boas intenções. E do outro lado existe outro time que também quer seguir adiante na copa. Foi neste ponto que a Costa Rica voltou a arriscar no ataque. Primeiro aos 68’ com lançamento na área para Venegas. Alisson se adiantou e tirou a bola. Depois, aos 70’ de jogo, Bryan Ruiz faz lançamento para a esquerda e Casemiro precisa intervir e tirar o perigo.

Em meio a tudo isso, muitas reclamações de Neymar que a esta altura já estava usando um expediente muito comum na época em que atuava pelo Santos… cavar faltas. E em várias oportunidades ele tentou cavar faltas que não existiam… assim como o Pedro na fábula “Pedro e o Lobo”, o moleque Neymar contava mentiras e mais mentiras. Quando ele contou a verdade, ninguém acreditou.

E isto aconteceu aos 78’ de jogo. Em rápido ataque, Douglas Costa acionou Gabriel Jesus que fez um toque esperto para Neymar. Ele recebeu sozinho na esquerda e fez a finta no zagueiro, que parou o moleque fazendo falta dentro da área. Sem dúvidas… Pênalti… Pênalti claro. E o juiz não hesitou em fazer a marcação. Só que aí, ninguém mais acreditava nas histórias de que o lobo estava ali… e o VAR entrou em ação.

Neymar tanto simulou que na hora que realmente aconteceu a falta, nem o VAR acreditou
Neymar tanto simulou que na hora que realmente aconteceu a falta, nem o VAR acreditou

É nítido que o zagueiro segurou Neymar, impedindo-o de avançar para o ataque. Mas a reação do Neymar foi tão caricatural (ele teve tempo de esticar os braços e ainda olhar para o juiz) que o juiz viu a imagem, mas não viu a falta. Só viu a encenação.

E o moleque Neymar, assim como o pastor Pedro da fábula não convenceu a ninguém que o lobo havia chegado de fato. A partir deste ponto, o Neymar mostrou porque não é craque e porque é só um moleque. Começou a perder a cabeça, reclamar da arbitragem e aos 79’ levou cartão amarelo. Sobrou até para o Philippe Coutinho que também foi reclamar e levou cartão também. E o Tite na lateral de campo: “Neymar! Neymar! Pare de falar…. Pare de falar”.

O jogo prossegue e a Costa Rica aproveita o momento de instabilidade no Brasil para tentar garantir o resultado, que manteria o time vivo na disputa. O jogo segue truncado e o Brasil reassume a posse de bola, tentando de todas as formas furar o bloqueio eficiente de Costa Rica… aos 90’ o juiz deu mais 6’ de acréscimo.

E foi nos acréscimos que a sorte mudou. Cruzamento de Marcelo cruza pela esquerda e Firmino ajeita para dentro de cabeça, Gabriel Jesus não domina mas Philippe Coutinho entra sozinho e chuta de bico para vencer Navas. Gol do Brasil… Brasil 1-0 Costa Rica.

No sufoco… sem méritos… numa jogada de muita sorte do Coutinho, mas com a vitória no placar. Tite de imediato colocou Fernandinho em campo no lugar de Gabriel Jesus para segurar o resultado. Não o momento de buscar novos ataques. O Brasil ainda levou risco aos 4’ dos acréscimos com chute forte de Roberto Firmino.

E aí o Futebol mostrou porque é tão imprevisível e divertido. Na última jogada de ataque, o Brasil recuperou a bola no meio de campo com Casemiro que levou a bola ao ataque e viu Douglas Costa subindo pela direita. Bola tocada para Douglas Costa que cruzou para dentro da área. E aí apareceu Neymar finalmente desmarcado para dar um tapa na bola e marcar. Gol do Brasil. No placar, Brasil 2-0 Costa Rica.

Fim de jogo… Brasil vence a Costa Rica, mas sem grandes méritos. Bem é verdade que Costa Rica também não merecia a vitória. E pelo pouco que criou, talvez tenha merecido perder. Mas ficar analisando mérito e demérito não resolve aqui nosso problema.

Foi no pós-jogo que aconteceu uma cena inusitada. E na minha opinião, friamente calculada pelo moleque Neymar. No apito final, Neymar buscou o centro de campo, se ajoelhou, cobriu o rosto e ali – prostrado – aparentemente pôs-se a chorar. Comoção nacional… o bom menino (como disse Galvão Bueno) colocando ali toda a angústia e pressão sofridas até aquele momento.

E peço desculpa a você, que torce pelo Brasil… mas em nenhum momento eu consegui sentir alguma empatia pelo moleque. Joga bem, merece estar na copa… mas precisa crescer. Ele já tem 26 anos. Tem mais uma ou duas copas pela frente. Mas ele precisa aprender a ser craque. E não apenas fingir que é um.

Clique aqui para conferir a resenha em vídeo no canal da FIFA no YouTube.

Times aplicados, mas jogo ruim, com vitória da Nigéria

A Nigéria vinha de uma derrota para a Croácia e sabendo do momento ruim da Argentina, uma vitória seria fundamental para continuar na disputa. Pensando assim, o técnico Rohr Gernot, armou um time um pouco diferente, com uma linha de três zagueiros e alas avançados apoiando o ataque que contou com dois atacantes. Um 3-5-2 típico. Shehu deu lugar a Omeruo e Iwobi saiu para a entrada de Musa, com Idowu jogando mais avançado, fazendo o papel de ala na esquerda. Ekong entra nesta partida pendurado com 1 cartão amarelo.

A Finlândia estreou com um empate contra a Argentina veio empolgada para o segundo jogo. Para alguns, até com o status do favoritismo ao seu lado. E também pensando na Argentina, o técnico Hallgrissom Heimir optou por colocar mais um homem no ataque, sacando Gündmudsson do time para a entrada de Bödvarsson na frente.

Logo aos 3’, uma falta cobrada por Sigurdsson levou perigo ao gol da Nigéria. Uzoho praticou boa defesa e espalma a bola. E acredite… este foi o lance mais emocionante do primeiro tempo. O restante da primeira etapa foi um lá e cá sem nenhuma objetividade ou perigo para ambos os times. Jogo ruim…

Segundo tempo… E aos 49’, sai o primeiro gol da Nigéria. Em rara jogada de qualidade, Victor Moses parte em contra-ataque pela direita e cruza na medida para Ahmed Musa, que domina e marca um lindo gol. Mas gol bonito não é sinônimo de jogo bonito. O jogo continuou ruim.

Aos 74’ a bola sobrou para Musa que chutou forte na entrada da área, pelo lado esquerdo. A bola explodiu na trave e Moses não aproveitou o rebote. Aos 75’, o segundo gol da Nigéria. A bola é lançada para Musa pela esquerda que correu mais que a defesa, ele driblou o zagueiro, cortou o goleiro que saiu adiantado e ainda teve tempo para parar, mirar e chutar. Golaço… Nigéria 2-0 Islândia.

Belíssima finalização de Musa para ampliar o placar para 2x0
Belíssima finalização de Musa para ampliar o placar para 2×0

Aos 78’ de jogo, a Islândia pressionou e Alfred Finnbogason tenta impedir saída de bola pela linha de fundo no campo de ataque. Ele cai após contato com Tyronne Ebuehi. O VAR é acionado e marca o pênalti para a Islândia. Sigurdsson cobra pênalti por cima do travessão e desperdiça chance importante para a Islândia.

O jogo seguiu igual até o final do segundo tempo. A Islândia se complicou e agora terá que operar um milagre para conseguir sua classificação. Mas até aí, tem a Argentina que precisa fazer o mesmo.

Clique aqui para conferir a resenha em vídeo no canal da FIFA no YouTube.

Em primeira virada da copa, Suíça bate a Sérvia

Suíça e Sérvia protagonizaram um daqueles jogos bacanas de se ver. Jogo brigado, times limitados mas esforçados. Foi legal ver a virada da Suíça que realmente se superou no segundo tempo e mereceu vencer.

Tendo vencido seu primeiro jogo contra Costa Rica, a Sérvia veio a campo com uma única alteração: Kostic no lugar de Ljajic. Seu esquema tático é um 4-5-1 que visa congestionar o meio de campo e buscar o contra-ataque. Pendurado por 1 cartão amarelo, somente o lateral Ivanovic. A Suíça vem a campo com a mesma formação que empatou em 1-1 com o Brasil. Schar e Behrami entram em campos pendurados com 1 cartão amarelo.

Logo aos 5’, a Sérvia mostrou que seria combativa. Após cruzamento na área, Mitrovic cabeceou firme para defesa do goleiro Sommer. Quase em seguida, novo cruzamento na área e desta vez Mitrovic cabeceou certeiro. Gol da Sérvia… no placar Sérvia 1-0 Suíça.

A Suíça fazia boa marcação, mas tinha à sua frente uma Sérvia bem posicionada. E ainda mais com a vantagem no placar, a situação estava bem complicada. Uma boa chance veio aos 30’, com um passe de Zuber para Dzmaili chutar a gol. O goleiro conseguiu desviar a bola para linha de fundo. Ao final do primeiro tempo, a Sérvia ainda teve chance aos 44’ na cobrança de escanteio com chute para fora.

No intervalo de jogo, tudo se encaminhava para mais uma vitória da Sérvia. Só que aí a Suíça começou a jogar melhor. E começou a arriscar subidas ao ataque. O esforço foi recompensado aos 52’ com um belo gol de Xhaka que deu um belo chute na entrada da área. No placar, Sérvia 1-1 Suíça.

A Sérvia sentiu o gol e passou a jogar recuada e a Suíça começou a dominar o jogo. Mas perdeu muitas oportunidades. A virada veio aos 90’. Shaqiri dispara em contragolpe na velocidade, invade a área e toca na saída do goleiro sérvio, marcando um lindo gol.

Em rápido contra-ataque, Shaqiri vence a defesa e o goleiro para marcar o gol da virada
Em rápido contra-ataque, Shaqiri vence a defesa e o goleiro para marcar o gol da virada

E com esta virada sensacional, um jogo que tinha tudo para ser chato, acabou se tornando um belo jogo. E a Suíça protagonizou a primeira virada de jogo nesta copa.

Clique aqui e confira a resenha em vídeo no canal da FIFA no YouTube.

Análise dos Resultados

Apesar da vitória sem méritos, o resultado do Brasil aliviou sua situação. A derrota da Sérvia garantiu ao Brasil mais tranquilidade para buscar a liderança do grupo. Suíça encaminhou bem sua situação e deve garantir sua classificação contra a Costa Rica que está eliminada da copa.

Por fim, temos que a vitória da Nigéria aliviou a situação da Argentina e os dois times irão decidir a vaga nas oitavas em confronto direto. A Islândia precisa da vitória para sonhar com uma classificação em sua primeira participação.

Por hoje é só… amanhã temos mais, em Uma Copa Qualquer!

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Publicado em:Crônicas,Entretenimento,Uma Copa Qualquer

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