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O sonho de uma criança

Desde quando eu tinha uns cinco anos de idade a área da segurança e da saúde sempre chamaram muito minha atenção, tanto é que os meus brinquedos (alguém aí lembra do Playmobil?) eram voltados para essas áreas. O sonho de uma criança era a ambulância ou o caminhão de incêndio. Ou ainda, o centro cirúrgico e até mesmo um astronauta…

Ser bombeiro, policial ou astronauta... Quem nunca, quando criança?
Ser bombeiro, policial ou astronauta… Quem nunca, quando criança?

Inspirando-se no exemplo

O tempo foi passando, porém o gosto permanecia juntamente com o orgulho de ver essas pessoas dando o seu melhor para ajudar as outras. Seja numa situação simples, mais grave ou em sinistros.

Lá estão os bombeiros e/ou Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) pronto para prestar(em) o primeiro atendimento. E eu cresci vendo esses veículos de emergência passando pela frente da casa da minha vó, que era caminho de um dos hospitais aqui de Criciúma/SC.

Os bombeiros e a missão de salvar vidas
Os bombeiros e a missão de salvar vidas

Era ouvir a sirene que corria para a área para ver a ambulância passar e ver a reação de como os motoristas reagiriam com o sinal sonoro de emergência para liberarem espaço.

Honestamente, nunca deixei esse meu sonho e reconhecimentos por essas pessoas morrerem.]

Tornando o sonho em realidade

Em 2017, meu sonho de criança despertou ainda mais, percebi o quando poderia fazer o bem e ajudar muitas pessoas. Assim, resolvi fazer o Curso Básico de Atendimento a Emergências (CBAE).

Foram 30 dias de conhecimentos, porem eu ainda queria estar dentro da ambulância e/ou caminhão ajudando nas ocorrências. Não demorou muito para abrirem as inscrições do Curso Avançando de Atendimento a Emergências (CAAE) no 4º Batalhão Bombeiro Militar – Criciúma/SC.

Fiz a inscrição, porém ainda precisava fazer uma prova. Depois de alguns dias saiu o resultado e lá estava o meu nome LUCAS LUÍS DA ROCHA MENDES na lista. Foi uma alegria em ver que tinha conseguido um dos meus objetivos de uma profissão que admiro muito.

Foram 6 meses entre aulas teóricas e o estágio operacional no Batalhão. Nos primeiros dias de estágio – hora marcada, devido a muitas pessoas – sempre rolava aquela tensão, o que será que vai ter hoje?

Acidente, incêndio, vistorias… sempre uma surpresa, agonia na espera que ocorresse alguma coisa – não é que queria que algo de ruim acontecesse, mas queria sair para praticar.

Apenas o começo de uma jornada

Com o estágio concluído, formatura/promoções marcada e para consagrar a conquista o tradicional banho.

Muito orgulho desta farda!
Muito orgulho desta farda!

Hoje, bombeiro comunitário (BC) tiro todo mês no mínimo 24h. E são horas muito agradáveis, principalmente quando você percebe que toda sua dedicação vale a pena fazendo algo que gosta. Comecei numa simples brincadeira e admiração e hoje estou lá.

E não basta apenas sonhar, precisamos fazer algo para que nossos sonhos sejam realizados.

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